terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Comidas e Karaokê

Olá!

Não tirei muitas fotos nesse dia (até porque minha amiga não gosta de sair em fotos, então tenho que desviar dela hihi) mas sempre acho que lugares legais merecem reconhecimento! Já conheci vários lendo outros blogs.

Falando nisso, a primeira parte do passeio foi na Juisi (que minha amiga amou) e B. Luxo Vintage ("hipster demais"). Provei um kilt na B.Luxo, mas sabe quando a peça é linda, cabe - raridade - mas não ~cai bem~? Mesmo assim, fiquei pensando tanto nele que estou quase voltando lá.



Nos perdemos um pouco no caminho, e foi até bom porque encontramos uma Bacio di Latte! Esse sorvete é realmente maravilhoso, o melhor que já comi.

Sempre peço o Cioccolato Nerissimo, que é um chocolate bem amargo e quase preto (sorvete gótico hehe), dessa vez acompanhado pelo meio-amargo São Tomé e Príncipe.

Foi ótimo para aplacar o calor, que naquele dia estava terrível! Não me dou nem um pouco bem no verão, passo mal no calor ):
Mas com sorvete tudo fica bem :3







Depois fomos ao Bom Retiro comer mais, fui conhecer a Fresh Cake Factory, uma doceria coreana muito agradável! Os assentos são poltronas e é bem aconchegante então daria para ficar horas conversando. Chegamos meio tarde então os pães estavam no fim, mas havia vários doces com cara muito apetitosa.



Dividimos uma fatia de bolo de chocolate e eu filei um pedacinho do pão de pizza da amiga. Levei para viagem um pãozinho com recheio de chocolate, delicioso. Foi meu preferido dos três, com a massa muito leve e macia e recheio generoso.

Depois fomos ao karaokê! Já falei algumas vezes que eu amo ir ao karaokê (inclusive acho que deveria ter um meeting num karaokê, o que acham?). Geralmente vamos no Porque Sim, na Liberdade, mas dessa vez testei o Dream 21, bem pertinho da doceria no Bom Retiro.

Se você ainda não assistiu Gravity Falls, vá assistir agora. De nada.



Essa parte realmente não tem muitas fotos porque minha prioridade era cantar o maior número de músicas possível no tempo disponível :D


A maioria das músicas era em coreano, depois inglês e algumas em japonês, mas como não sei cantar em coreano minhas opções ficaram um pouco limitadas... Acabou sendo bem divertido testar músicas novas que nunca tinha cantado antes.

Nos pontos negativos, achei o catálogo deles difícil de usar e não tem aquela maquininha de digitar o nome da música. E é bem caro: R$60 a hora.

O lado positivo é que pode chegar e sair a hora que quiser, pagando pelos minutos que ficar - não precisa fazer a hora cheia. Além disso, o microfone tem tipo um eco que faz você soar melhor. O som é bem alto então dá pra gritar bastante e se soltar. Saí rouquinha!


Se tiverem recomendações de lugares legais assim para visitar, eu adoraria saber!
Até a próxima

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Review: Bodyline Shoes 263

Olá!

Eu achei que já tinha feito review desses sapatos, mas aparentemente esqueci, então aqui vamos nós!

Foto do site da BL

Bem, eu queria muito aproveitar a promoção da Bodyline de 1000 yen de desconto em todos os sapatos + free shipping. Não precisava nem ter me apressado, acho que o Mr. Yan esqueceu de terminar a promoção e está ativa até hoje! Pra quem não aproveitou, ainda há tempo~ haha

Sempre quis ter Rocking Horse Shoes mas em geral são caros, então foi uma ótima oportunidade. O valor no site hoje  ¥2999 ou R$68. Ou seja, valeria muito a pena. Se não fosse lindamente taxado, claro. Historinha de terror:
Eu sempre tento considerar que vai ser taxado e já calcular se mesmo com as taxas o custo-benefício é bom. Nesse caso, pelas minhas contas os sapatos sairiam por R$120, o que eu ainda considero um bom valor para sapatos desse tipo.

Só que, para a minha enorme surpresa quando fui buscar os sapatos na agência dos correios, alguém da alfândega teve a brilhante ideia de ignorar o valor escrito em ienes na caixa e escrever US$50 na caixa, cobrando assim uma taxa de 60% + R$12 em cima desse valor. Ou seja, quase R$90 de taxa. Pelamor.

Havia a possibilidade de contestar essa taxa extremamente abusiva, mas eu teria que deixar os sapatos na agência (depois de meses esperando por eles, com a caixa ali, na minha frente) e *talvez* eles abaixassem o valor. Mas talvez aumentassem. E isso demoraria, teoricamente, 1 semana. 

Recusei, preferi levar minhas belezinhas pra casa, mas me sentindo derrotada e lesada. Depois acabei descobrindo que talvez até tenha sido melhor assim, porque soube de uma amiga que contestou em um pacote e ficou esperando resposta por mais 2 meses. Ou seja, não teria usado o sapato em meetings e festas de final de ano.

Resumindo: paguei ~R$160 com taxas abusivas.

Mas são fofos então okay.

Em geral minha numeração para calçados é 38. Pedi esse no tamanho 250 achando que seria folgado o suficiente, considerando que os RHS da Bodyline são conhecidos por terem forma pequena. Quase não coube! Para ajudar na comparação com outros sapatos da BL, eu uso o modelo 291 tamanho 250, e o modelo 171 no tamanho 245 e me servem muito bem. Esse modelo 263 para mim teria que ser tamanho 255.

Mas como eu sou cabeça dura :D usei todas as técnicas possíveis e imagináveis para lacear e amaciar esse sapato, até que ele entrou bem, andei com ele sem machucar e deu tudo certo. Aliás, se quiserem dicas para alargar sapatos, aprendi várias...



Sobre o sapato em si, é igualzinho às fotos, as medidas da plataforma batem e tudo o mais. O salto é de borracha, não tenho como comparar com o de madeira mas achei legal. Agora, não sei quem disse que andar de RHS é fácil, porque eu não achei!

Treinei andar em casa e quase caí várias vezes, não sei se é porque não estou acostumada com plataformas tão altas, ou porque meus pés têm síndrome de kawaii (joelhos encostando e pés tortinhos pra dentro), mas demorou um pouco para me adaptar.

Ah e dá facilmente pra trocar essas tornozeleiras de spikes por umas mais simples ou pelas clássicas fitas de bailarina, achei bem versátil nesse sentido!

Para minha surpresa, o pessoal de casa até que achou bonito! Só foram inevitáveis as comparações:

Era isso ou a arca de Noé lol

That's all, folks!
Até a próxima~

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Viagem: Atibaia - Recife

Oi, pessoal!

A viagem aconteceu meio inesperadamente, estão nem tive tempo de programar posts para o blog. Me desculpem por isso, mas realmente valeu a pena e foi uma viagem deliciosa. Saímos de Atibaia - SP passando por MG, BA, SE, AL até chegar em Recife - PE.

Fazia uns 3 anos que não visitava minha família em Recife, então já estava na hora de voltar. Meus pais adoram viajar de carro, e já fizemos esse percurso várias vezes, mas eu e meu irmão tendemos a ficar entediados muito rápido.

A principal solução para nós foi levar o notebook e jogar Vampire: The Masquerade - Bloodlines (com pausas periódicas para não ficar enjoada). Mas dessa vez eu tentei encarar o percurso como algo relaxante, o que me fez aproveitar muito mais a viagem e tirar várias fotos!




Milagres - BA
Compramos alguns desses chapéus de bruxa feitos pela Dona Dézinha na ida.

 


Maceió - AL

Passamos pela orla de Maceió ao pôr-do-sol, estava bem cuidada, com decoração bonita e cheia de turistas. Não é por nada não mas acho que Recife podia se inspirar um pouco mais neles.

A previsão era fazer a viagem de ida em 4 dias (3 era um sonho), mas acabamos fazendo em 5 por conta do trânsito em MG e porque paramos para dormir em Maceió, sem saber como estaria a estrada dali até Recife. No outro dia descobrimos que estava ótima e daria para ter economizado um dia. Valeu a pena porque é um percurso muito bonito.


Fui com meu irmão, primo e algumas de suas amigas do Clube da Fênix assistir Big Hero 6 no Shopping Recife. Gostei bastante desse filme! O Baymax é uma gracinha. A decoração de Natal do shopping era bem legal com esses ursões de pelúcia. Descobrimos em primeira mão que eram infláveis, e não cheios de espuma :x



Dia 27 era aniversário do meu irmão então fomos à Perini do Shopping Rio Mar para tomar café da manhã e comprar o bolo. O croquete de camarão é divino~ Adoro camarão hihi. O bolo prestígio também era bem gostoso. À noite fomos ver o show de aniversário da banda Pressão Alta, o vocalista foi professor da minha mãe e da minha tia no ensino fundamental!




 Fizemos um passeio histórico com a cunhada e minha sobrinha mais velha. Passamos pelo Parque das Esculturas de Francisco Brennand, Marco Zero e Porto do Recife, com pausa para tomar sorvete da FriSabor.



Infelizmente a passagem pelo Recife Antigo teve que ser bem rápida. É um bairro cheio desses casarões maravilhosos e coloridos! Essa fiação toda deveria ser embutida para podermos apreciar as construções.



À noite fizemos um passeio de Catamaran. É um barco que passa pelas pontes do Recife. Foi mágico, mais do que eu esperava.
A guia explicava a história de cada construção e, cada vez que passávamos por baixo de uma das pontes, todos batiam palmas para "acordar os anjinhos" e fazer um pedido.


A "trilha sonora" do passeio também foi muito bem escolhida, e por ser de noite (também existem roteiros de dia) a temperatura e a brisa eram muitos refrescantes.

É um passeio que com certeza faria de novo, talvez até um percurso mais longo e passando pela famosa "Cruz do Patrão".

Além disso tudo, ainda deu tempo de fazer um passeio fantástico em Porto de Galinhas, tomar banho de mar, comprar um monte de bugigangas, ver um monte de artesanato recifense, conhecer o mercadão, e ficar em casa assistindo filmes no Netflix e brincando de "quem sou eu"/"jogo da testa" :P
Sem fotos dessa parte porque não consigo encontrar a minha câmera digital, espero não ter perdido na viagem!



Vista privilegiada do apartamento dos meus tios. 

Deixamos Recife na madrugada seguinte ao Ano Novo, para mais 4 dias de viagem de volta para casa. Preciso admitir que a viagem de volta, apesar de ainda agradável, não conseguiu ser tão interessante quanto a de ida. Primeiro, por termos que nos despedir da família, e depois, porque as paisagens eram praticamente as mesmas que já tínhamos visto, haha.

Cachorrinho na igrejinha.



Caminho para pegar a balsa <3

Eu me diverti muito nessa viagem, acho que foi uma das que mais aproveitei e fiz atividades diferentes. Espero poder conhecer as lolitas pernambucanas da próxima vez.
E vocês, como foram de férias?



domingo, 21 de dezembro de 2014

O Universo de Miyazaki | Otomo | Kon

 Oi!

Um tempinho atrás fui com uma amiga passear pela Liberdade e ver a mostra de diretores japoneses da Caixa Cultural. Originalmente o plano envolvia ir ao karaoke (não sei se já mencionei, mas sou viciada), mas infelizmente o Porque Sim estava com a agenda lotada D: ficou pra outro dia...


Ela me levou pra conhecer a creperia Hachi, eu gostei bastante! Nunca tinha comido esse tipo de crepe e era bem gostoso. O ambiente também é legal, com essa parede e post-its onde os clientes podem desenhar, escrever e rabiscar. É uma mistura de desenhos fofos, nomes de bandas e palavrões. Deixamos nossa marquinha lá também. Seria legal se aumentassem o espaço para escrever, já está bem cheio!


Eu pedi um crepe especial, só que sem frutas e sem chantilly (sou dessas), com sorvete de chocolate, calda de doce de leite e com creme de Ovomaltine. Não parece muito impressionante mas é gostoso! Acho que ganhei algum tipo de ~prêmio cliente que mais faz sujeira ao comer~


Ela pediu um crepe no prato de banana e canela. Vem com sorvete de creme e calda de caramelo, se não me engano. Parecia muito gostoso e bem mais prático, sem fazer tanta sujeira!

Depois fomos para a Caixa Belas Artes, que eu não conhecia mas achei muito bonita. Era o primeiro dia da mostra, com várias atividades: a primeira aula do curso focado no Hayao Miyazaki, sessão do filme Kaze Tachinu, e depois um debate. Gostaria de ter ido também a uma das aulas de mangá, mas o horário batia com o do curso e era na Sé.

A parte da aula do Jansen Ravera foi bem interessante, começava falando da animação ocidental e depois passava para a japonesa, mostrando as diferenças entre as duas e explicando como várias das saídas estilísticas, nos dois casos, muitas vezes são consequência de limites da verba dos estúdios. 


Depois da aula, assistimos Kaze Tachinu/Vidas ao Vento, do Hayao Miyazaki. Não tinha assistido ainda e não vou dar spoiler para ninguém (apesar de não ter muito o que spoilear, sinceramente), só vou dizer que definitivamente não é meu filme preferido da Ghibli.


Na entrada da mostra nos entregaram esses livretos muito bem-feitos (exceto pelos inúmeros erros de digitação), tem a biografia dos diretores e um pouco sobre cada um dos filmes exibidos.

 Mesmo antes de começar o debate, eu e minha amiga já estávamos debatendo fervorosamente, haha. O tema era "Miyazaki, Otomo, Kon - Clássicos ou Transgressores?", mas os próprios oradores acharam o título meio nada a ver. O fato é que eu não prestei muita atenção porque a gente continuou nosso próprio debate de antes :P

Até teve um momento em que os dois debates se cruzaram, e eu realmente queria falar minha opinião, mas sou o tipo de pessoa que tem muita vergonha de falar em público, só de pensar em me expressar já fiquei tremendo e com o coração acelerado (sim), até que perdi minha deixa e acabei não falando nada...

Sapatos e meias Bodyline, bolsa L@b, o resto é handmade.

Eu gostei muito de ter ido, adoro atividades assim com os amigos. Gostaria ainda mais de ter ido em outros dias, nas outras aulas e principalmente de assistir Memories (Otomo, Kon, Yoko Kanno e Madhouse! <3) mas fica difícil ir pra Sampa várias vezes e nesse horário. Para quem pode, ainda tem filmes em cartaz até dia 23/12, R$5 a meia e R$10 a inteira.

Quem foi/vai, não deixe de me contar o que achou!
Até a próxima ;)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Review: Colombina Clown Paint

Olá!

Prontos para mais um review?
Dessa vez é um produto mais voltado para quem se interessa por Shironuri, Visual-kei ou cosplay. Maquiagem para deixar a face totalmente branca!


Comprei através do site Stela Perfumaria. 2 potinhos (para dividir com um amigo) + frete saíram por R$72,20 com envio via Sedex. Achei 28 reais cada potinho um preço okay comparando com pancakes e outras maquiagens parecidas por aí.

A consistência é de um creme mais durinho. Na embalagem a sugestão é "espalhar com os dedos sobre a pele seca", mas achei esse o pior método de todos. Espalhar deixa muito manchado.

Aplicar dando batidinhas com os dedos é um pouco melhor, mas ainda assim não deixa muito uniforme. É muito difícil conseguir camadas homogêneas, deixando umas áreas do rosto menos brancas que outras.

O melhor método que encontrei foi usando uma esponjinha de maquiagem comum, e dar batidinhas com ela. Mesmo assim, precisa ter cuidado para distribuir bem o produto e ir fazendo várias camadas até atingir um branco legal.

Não usei pó por cima porque o meu não é translúcido de verdade, é um rosa bem clarinho. Sem pó, o produto transfere bastante, mancha os dedos e, no meu caso, os óculos.


Como podem ver, cobre bem as olheiras e a cor dos lábios! Não passei nada por baixo. Porém, nessas fotos a cobertura parece melhor e mais homogênea do que realmente ficou.

Algumas pessoas gostam de usar esse tipo de base branca só nas pálpebras, para ressaltar a cor das sombras ao fazer uma maquiagem mais tradicional. Isso dá certo, mesmo.
Para remover, usei meu demaquilante bifásico comum e saiu bem, ficou com alguns resquícios mas isso acontece com base também, a diferença é que por ser branco dá pra notar muito mais.

No geral, achei o produto "okay", talvez um pouco caro para o efeito que dá, mas considerando que vem bastante (60g) acaba equilibrando. Pode ser que eu é que não saiba passar direito, mas está longe do produto mostrado no vídeo de maquiagem shironuri da Minori, por exemplo, que fica super branco com uma só passada.

Espero que a review tenha ajudado alguém, qualquer dúvida é só perguntar nos comentários.
Até a próxima!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Encontrinho com a Janna~

Olá!

Bem, eu precisava tirar fotos para um trabalho de fotografia e a fofa da Janna topou ser minha ~modelo por um dia~, no que acabou sendo uma mistura de micro-meeting mori, sessão de fotos correndo da chuva e passeio super divertido.

Ela é quem sugeriu todos os lugares para a gente visitar: depois do meu atraso colossal de 2 horas, fomos conhecer a Juisi/Laundry, graças à recomendação da Rika do Le Café. A loja é mesmo um charme!
Juisi by Licquor/Laundry

Tinha muuuita coisa linda, tanto por preços bem em conta quanto preços normais de loja de grife por aqui. Acho que vale a pena, isso é, se você veste tamanhos pequenos (chorei internamente).

Tem uma varanda com jardim bem fofa!

Fomos atendidas pela Vivi e uma outra moça que tirou fotos para nós mas não peguei o nome, ambas muito simpáticas. Amei o atendimento, o ambiente, as peças, tudo. A Janna comprou uma saia maravilhosa a um ótimo preço.

Depois passamos num brechó próximo, o B.Luxo. Entramos só pra conhecer, mas gente. Ainda bem que entramos. Meu Deus, quanta coisa linda, e de época mesmo.

Recomendo nem que seja só pra ficar babando, porque as coisas mais legais e antigas são meio caras considerando que é algo tão delicado que não dá pra usar e abusar na prática - amei umas peças vintage de 200-300 reais. E o pior é que tem coisas grandes e tal (quase chorei externamente).

Tá vendo aquela arara da esquerda? Tudo aquilo será meu um dia <3

Fomos atendidas pelo Gilson, que também foi um amor. Acho que minha casa dos sonhos seria tipo essa loja, abarrotada de coisas antigas misturadas e roupas até o teto! Muito divertido.


Só isso já teria valido o dia, mas passamos ainda em um café próximo ao metrô Ana Rosa, o Quinto Pecado, onde fazem doces artesanais. O bairro ao redor e o ambiente da própria confeitaria são uma graça.

É meio kitschy, com rendinhas em cima das mesas e cadeiras desparelhadas, bem charmoso. 


Infelizmente não tinha água sem gás para aplacar minha sede, já que o dia estava muito quente, mas me contentei com uma tortinha mousse de chocolate + sorvete ;)

Tentativa de usar um Dark Mori. 
Curti, não é tão diferente do que uso no dia-a-dia e talvez por isso não tão mori.

E como ficou o trabalho (mini revista):






A saia da foto acima foi a que a Janna comprou na Juisi!

Foi uma tarde muito gostosa e eu adorei conhecer tantos lugares novos e ótimos. Valeu, Janna <3